Faço Desenho Com As Nuvens

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Eu preciso do sol

Faço desenho com as nuvens, pulo ondas no mar e só costumo sair quando meus dedos estão murchinhos. A brisa sopra em meu rosto, desalinha meus cabelos, antes contra a minha vontade, agora com a minha permissão. Nunca enxerguei tão longe, nem meu sorriso foi tão feliz e meus pensamentos com tanta loucura. Deliciosa e sensata loucura!!!

Costumo correr pelas ruas, faço isto a quinze centímetros do chão, observando o brilho das pessoas, a natureza, o céu, o sol, as flores, os pássaros e a vida cotidiana de uma grande cidade. Meu treinador diz que nunca vou melhorar meu tempo deste jeito, fica bravo, mas não por muito tempo. Fico feliz quando as pessoas não conseguem ficar mais que 3 minutos bravas comigo.

Meu pedacinho geminiano me deixa com as antenas ligadas o tempo todo, entendo tudo sem precisar ler pensamentos. Minha intuição é minha parceira. Meu pedacinho canceriano me faz cuidar das pessoas, há quem não goste ou não entenda, mas é mais forte do que eu, vem de dentro.

Prezo a liberdade e você pode sair da minha vida quando quiser, não sem antes se sentir um pouco mais feliz. Se ficar, ótimo. Vou torcer e me esforçar que seja para sempre. Porque depois de muitos arrepios, eu to aprendendo o caminho. Venha comigo, você não vai se arrepender. Dou a minha palavra e toda a verdade que há nela.

MF, 04.09.2012.

O Amor e Um Mundo Melhor

Live love laugh

SE é uma palavrinha feia, chata, inconveniente, que volta e meia ouço nos processos de Coaching. Eu mesma já a pronunciei em vários momentos da minha vida. Mas agora eu tô mais PRESENTE, mais CONSCIENTE e mais AMORosa, e o SE já quase nem faz parte dos meus dias.

Infelizmente o SE condiciona nossas ações e, consequentemente, os resultados, tirando as rédeas da nossa vida. É um balde de água fria na nossa genuína FELICIDADE. Nascemos sem o SE, mas ao longo da vida, ouvimos diversas vezes: se você passar de ano, o Papai Noel vai trazer presente; se obedecer a mamãe, vai ganhar sorvete; se não brigar com o irmão; se respeitar a professora; se não puxar o rabo do gato…

Eric Berne, psiquiatra norte-americano, foi meio moderninho lá por volta de 1945, ao fazer a anamnese dos seus pacientes através de um método mais simples do que o convencional para os padrões da época (apenas 2 perguntas). Ele também valorizava a imagem intuitiva que fazia dos seus pacientes e com isso, iniciou um rigoroso estudo sobre a INTUIÇÃO. Em 1958, Berne cria a Análise Transacional (AT), um método psicológico que analisa os Estados de Ego (Pai, Adulto e Criança), cada qual com seu conjunto de pensamentos, sentimentos e comportamentos com os quais interagimos com outras pessoas. Estar consciente em qual estado de ego estamos (porque esses estados de ego podem variar no decorrer do dia, principalmente quando não estamos presentes no presente) nos ajuda a comunicar e agir de forma mais assertiva e, porque não dizer, mais HUMANA.

O sonho de consumo das interações humanas é que todos estejamos no estado de ego Adulto (nem Pai nem Criança, nem opressor ou crítico, nem rebelde ou livre demais). Mas e os SEs e outras cositas mais que todos trazemos? Pois então… Berne dizia: “todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos“. É uma filosofia positiva e de confiança na capacidade que todos nós temos de resgatar a nossa essência. Daí surge a Teoria da Okeidade: todos nós nascemos bem, todos nós nascemos OK.

Outra palavrinha ‘fia da mãe’ é o QUANDO. Quando eu tiver isso; quando eu assumir o cargo tal; quando chegar as férias… Condicionamos nosso PRAZER e felicidade à chegada de algo, de alguém, do amanhã. Vivemos no futuro, desvalorizando a MAGIA e a BENÇÃO que é o PRESENTE.

O AUTOCONHECIMENTO é um caminho poderoso para nos ajudar a resgatar o nosso OK e a viver com maestria o PRESENTE. Também nos ajuda no exercício de olhar para o outro e saber que ele também tem seus SEs, seus QUANDOs e sentir uma profunda COMPAIXÃO. E quando isso acontece, AMAMOS. Amamos a nós mesmos e ao próximo. Tudo se TRANSFORMA! Tudinho!

Pode não ter gosto de brigadeiro nem doce de leite, olhar parar dentro de si e enxergar algumas caquinhas. Mas tem gosto DIVINO ter  a CONSCIÊNCIA de quem SOMOS, tem gosto divino a consciência de que podemos RENASCER todos os dias, tem gosto divino a consciência da nossa capacidade infinita de AMAR.  Acredito e vivo esse lema: O AMOR E UM MUNDO MELHOR. É esse lema que me inspira, que me faz sorrir marotamente, despretensiosamente, e que me move para transformar o mundo. Bora juntos?!

MF, 17.02.17